mais uma descoberta.
essa sessao me trouxe a possibilidade, desafio e vontade de explorar um corpo coreografo.
Ja tinha tido alguas outras cadeiras sobre composicao e improvisacao que instigavam esse olhar criativo, de um corpo q faz escolhas para comunicar. Mas nenhuma dessas cadeiras ate essa ultima sessao tinha me proporcionado a vontade de criar para mim mesmo ser meu "modelador" (em termos coreograficos).
Estou ciente do poder de um artista capaz de criar em colaboracao com outros. No meu caso como prformer/bailarino (ou sei lah o nome q se da a midia corpo); estar arquitetando meu processo atraves de um diretor ou coreografo, colaborando , entendendo, e provendo materia prima para ser moldada.
E dentro da minha busca artistica/comunicativa procura enrriquecer meu mundo pra q a comunicacao entre eu e diretor/coreografo seja a mais precisa, dentro da apropriacao das ideias q meu corpo fara. Para um melhor uso da generosidade ao compartilahr essas ideias com o publico.
E dado meu desafio de expandir fronteiras, tomei a cadeira de coreographi concentration como um desafio, capaz de me tornar mais apto a performance.
Me pus na carne de coreografo. E meu primeiro bailarino foi eu mesmo.
Comesso da exploracao de um novo mundo
Depois de uma longa convrsa sobre comunicacao, com meu professor e meus colegas eh dada a pimeira tarefa: na posse de papel e canate surge o desafio de descobrir o q nos facina. O q nos motiva a mover agora, o q agora sentimos ser necessario dividir com alguem (publico), qual o corpo desse facinio, qual o corpo para essa mensagem?
Tenho q confessar q uma das coisas q me ajudou muito a mergulhar de cabeca nessa nova exploracao, foi o Milan (professor) instigando-me a trazer pro fisico, e falando sobre as varias camadas de coreografia. Era uma experiencia primeira de busca de fato ou artificio. Tudo envolto por um sistema educacional.
Entaum agr divido com vc q esta lendo o blog o q surgiu no meu papel.
O PAPEL: Inicio de uma analise pessoal - motivacoes facinios.
pontos:Essa foi a palavra chave para as outras exploracoes de movimento q fiz.
-4 anos de estudo em comunicacao social, tentando desvendar os miterios de uma comunicao eficiente, e ath certo ponto clara e critica
-Escolha das artes visuais como expressao, texto imagem, semiotica, arte grafica, estudo da leitura e composicao de imagens, valores sociais de sujeito - objeto.
-Escolha da midia corpo
- ao corpo improvisacao como investigacao
-busca de camadas responsaveis pelo movimento, razao de estar, estado. Nao a um corpo vazio que apenas possui flexibilidade, baloon e impulso. Uso de possibilidades corporais como ferramentas comunicativas, nao como ferramentas q quebram o canal da generosidade com demonstracoes de nivl tecnico ou alto nivel de treinamento.
-corpo completo
-tempo
contrapontos:
-Escolhas de plataformas dubias para cominicar: corpo imagem,
-Por muito tempo medo de ficar cego, devido a retinoplastia pigmentar e ter feito a escolha de trabalhar com imagem e corpo.
-criar estruturas coreograficas
-meu corpo possivel
-fisicalidade, interesse estetico por movimento, nao por gestos.
-pesadelos: os piores sao os q me desapropriam meu corpo, ou dao novas extruturas fisicas.Apodrecimento do corpo, falta de membros, problemas fisicos.
-tempo atropelado, obrigatoriedade desde crianca de naum ter medo do escuro, tempo inexiste para a digestao do medo.
-visao
reflexoes e referencias vividas:
-A3
-Bondage
-Sobre vomitar coelhinhos
-Eyeland
-Yield in Time
-Reliable use
referencias de desejo:
-cena 11
-louise lecavalier, benoit lachambre, laurent goldring, hahn rowe : VIER KUNSTLER DREI KUNSTFORMEN EIN KUNSTWERK.
-Kira kirsch
-Katie Duck
- Zuna e Milan.
Qualidades de movimento:
- Silencio
- soft air
- pelvis
- lancamento
- quedas
- dor agudas
- posicoes inofencivas do corpo
- out of balance, out of axis
paradoxos a trabalho:
- Limites
- Dificuldades
- Desafios
- Imprevisibilidade
Ao publico:
- Nercosismo
- Impotencia
- Colocar a merce da incerteza
- Experience in teh dark.
- Dark experience
Busca de movimento , anotacoes feitas por meio d improvisacao e dinamicas. O CORPO:
- uso das maos em lugares nao uteis para auxilio do movimento, prender as maos nas costas, mostrar as maos.
No chao:
- sem zona de conforto, uso de angulos agudos, punhos, joelhos, uso da dor como muvimento, uso de um corpo objeto.
Em pe:
Uso de lancamentos; bornas externas do peh, corpo sobre a ponta, dor, reliese de joints, extremos, fora do eixo, abrir possibilidades ao inesperado, corpo defendendo o prorpio corpo.
Conclusao de estudo e tema o que me facina:
VULNERABILIDADE
menos vulneraveis depois q evoluimos para bipedes, vulneraveis com algemas, vulneravel no escuro, vulneravel enquanto fala comunica expressa. muito sobre medo, muito sobre nervoso, muito sobre inocencia, muito sobre objeto de uso, muito sobre incertezas, muito sobre o desconhecido, muito sobre falta de informacao, muito espaco para...
Esqueleto
Chagada a hra de montar um esqueleto da estrutura e apresentar em sala de aula como estudo, chegou a minha vez.
Me senti vulneravel diente de tantos olhos, e de tanto desejos.
os olhos curiosos e com fome do q viria. Mesmo estando em aula senti a adrelina pulsando no meu sangue. Dancei minha pequena estrutura de movimento baseada em plataformas de improvisacao, me coloquei algumas tarafes e pontos onde deveria chegar os intermeios eram incertos.
Ao final me deparo com a pergunta do professor:
Nos conta qual era o tema?
soltei a palavra Vulnerabilidade.
Na mesma hora ele levantou e comecou a explanar sobre coreografia composicao e comunicacao.
Disse q era um otimo exemplo de trazar a sensacao para o fisico, nao era soh um corpo, mas era danca, e se podia identificar tds as minahs camadas. q no meu corpo apresentava nao so inteligencia fisica mas td uma historia e uma vivencia pensante. Q se percebia q meu mundo naum era inrrequecido soh de danca. E q isso era muito saudavel.
Segundo ele, como artistas, quao mais rico for os processos de trocas, entre leituras conversas filmes etc.
Mais ricas e expressias sao nossas possibilidades.
Enfim... me descubro e sou incentivado a produzir minha primeira peca. Talvez pra setembro.
Eh dado inicio ao processo de exploracao e troca da vulnerabilidade. Seja fisica, mental ou a nivel de sensacoes de pele/sentimento.
...
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